quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uma rolinha fez um ninho na cajarana do quintal de minha casa

Deixo o registro desta bela ave que escolheu o pé de cajá do quintal de minha casa para fazer seu ninho. Ela agora está com um lindo casal de filhotes e toda orgulhosa pousou para a lente de minha câmera fotográfica.
Aqui deixo uma reflexão. Não precisa de gaiolas para ter aves ao seu redor, basta preservar o verde. Plante algumas árvores e elas virão aos montões. Infelizmente muita gente não tem isto em mente. Tem outros que preferem até plantar gramas sintéticas, matando a vida que poderia existir ao seu redor.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Poder público sepulta lagoas, matando a beleza de uma cidade

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Não se enganem, Natal talvez tenha sido a cidade no Brasil que mais sepultou lagoas. Para conferir o que estou dizendo, basta conferir os nomes dos bairros da cidade. Lagoa Nova, Lagoa Seca, Lagoa Azul, entre outras.
O mais intrigante nisto tudo é que de uns anos para cá, este processo acelerou, com os projetos de saneamento de bairros da zona norte de Natal. Criaram um projeto economicamente viável, mas uma trajédia para o meio ambiente. Ou seja, as lagoas de capacitação. Nelas, se colhe toda a água e esgoto dos bairros e jogam para lagoa mais próximo. Assim, mataram as lagoas de José Sarney, Panatis (fogo), Santa Catarina, Parque dos Coqueiros. Os rios também não vem ficando para trás. Golandim e Pitibu, são exemplos, além do Baldo e Quintas. Agora, parece ser a vez do Rio Doce, na Redinha. As suas margens foram construídos barracos, e até a CAERN já vem dando sua parcela de contribuíção.
UTOPIA OU RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL - Como sonhador, este blogueiro sugere que ao invés de jogar "merda e lixo" nestas lagoas, se deveria era fazer uma limpeza, construir calçadão ao seu redor, com banquinhos, lojinhas, iluminação, parque de recreação e academias de ginástica ao ar livre, passceio ciclistico, etc. Assim, a população teria um belo lugar, um ambiente de ar puro, de muita beleza. Mas, pelo visto, se prefere jogar o lixo para debaixo do sofar, fazer um desserviço, jogar fora o dinheiro público, tornar os bairros mais feios e podres. Ao invés da beleza, investem na feio, no caótico, cheio de mosquitos, baratas e pernilongos.

Moradores de Nova Natal arborizam ruas em frente as suas residências

Dois moradores do conjunto Nova Natal, zona norte de Natal, estão contribuindo para a arborização da cidade e consequentemente contribuindo para a preservação da natureza.
Eles mostraram que em frente as suas casas existe um terreno e que seria destinada a construção de uma praça. Como ela nunca foi construída, eles enfrentavam o incômodo provocado pelo acumulo de lixo em frente as casas dos dois.
Então, limparam a área e plnataram algumas arbustos de jardinagem e até fruteiras como uma mangueira. Os moradores são conscientes da necessidade de arborização da área urbana. Eles argumentam que ali esperam colocar banquinhos para que possam se reunir para conversarem às tardinhas, respirando um ar puro e contemplando a natureza.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Dicaode uma árvore ideal para quem tem pouco espaço

Pingo de ouro é ideal para área urbana
Esta é um tipo árvore ideal para o plantio em áreas urbanas, principalmente naquelas residências em que existem pouco espaço.
Mesmo sendo uma árvore arbustiva, ela chega a crescer até uns 3 metros, suas raízes são ralas e não destroem a calçada. Na foto, esta árvore tem mais de 10 anos, e mesmo sendo plantada muito próximo da parede, ela não destruiu o muro.
Não sei como é seu nome. As informações que tenho é de que se chama amarelinh. o ou pingo de ouro.
Imagino que ela não exista em grande quantidade devido a dificuldade de fazer uma mudinha dela. Ela pega de galho, porém é um pouco delicada. Primeiro se tem de cortar e por dentro de uma vasilha com água até que se crie as primeiras raízses. Isto demora de 20 a 30 dias. Em seguida pode ser feito o transplante para um saquinho plástico, deixar na sombra e regar até que as raízes fiquem com uma boa estrutura. Aí sim, pode ser transplantada para o lugar definitivo.
Ela é muito sensível uma praga que dá uma lendinhas brancas. Mas, se for bem cuidada ela cresce saudável. Lembre-se de que os vegetais seguem a mesma lógica dos animais. As doenças estão ligadas a uma vida não saudável. Por isto, elas precisam de água, mas de sol também, além de uma boa alimentação que é uma adubação orgânica.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Uma rolinha fez um ninho na mangueira de minha casa

Ninho de "Rolinha" em mangueira de casa
Num futuro próximo, quando o ser humano aprender com seus erros do passado, a preservação do meio ambiente será uma prática mundial. A partir daí uma série de problemas humanos serão superados. Mas, antes deste tempo chegar, o homem vai sofrer muito. Fome e escassez de água e, consequentemente muita violência também.
Aí, então, este irá parar para refletir. Então, surgira a grande eevolução verde. Cada metro plantado será uma fortuna, a corrida para recuperar o tempo perdido.
Na foto, toda beleza e explendor de uma mangueira no quintal de minha casa. Nela, uma "rolinha", construiu um ninho. Quando esta mangueira está produzindo, não falta manga em casa e também de meus vizinhos mais chegados. É a multiplicação dos pães, ou a socialização da produção, cuja máquina é a mãe natureza. Nos finais de semana de dia quente, armo a rede debaixo dela e navego na internet. A tradição e futuro de mãos dadas.
Agora, finalizo lançando a reflexão: se existissem mangueiras, goiabeiras, cajueiros, cajá, etc, plantados nos quintais e nas ruas das cidades, certamente teríamos um ar mais puro e mais alimento na mesa de muita gente.

sexta-feira, 29 de março de 2013

O poder das plantas medicinais



Utilizadas na fabricação de remédios naturais e com maior número de adeptos, as plantas continuam em alta na crendice popular

A utilização das plantas como medicamento, provavelmente seja tão antiga quanto o aparecimento do próprio homem. No Brasil, existem vários locais onde são cultivadas plantas, como a camomila, menta e calêndula, que são transformadas em remédios naturais e florais para ajudar pessoas que tenham algum tipo de doença e que acreditam no poder da medicina alternativa. A utilização das plantas medicinais vem crescendo juntamente com a fitoterapia e a cromoterapia, auxiliando a vida de muitas pessoas.

Por acreditar nestas crenças, Gilmar Donizete Elias, estudante de Farmácia da Universidade de Uberaba, se interessou em cultivar espécies de plantas e ervas medicinais numa fazenda em Peirópolis, bairro rural de Uberaba. Neste projeto, ele recebe o apoio da Secretária da Saúde de Uberaba, de universidades e de pesquisadores.

"A evolução da arte de curar possui numerosas etapas, porém torna-se difícil delimitá-las com exatidão, já que a Medicina esteve por muito tempo associada às práticas mágicas, místicas e ritualísticas. A preocupação com a cura de doenças, ao longo da história da humanidade, sempre se fez presente. Sabemos que os alquimistas, na tentativa de descobrir o elixir da vida eterna, contribuíram em muito para a produção de medicamentos", afirma Gilmar.

As plantas, pelas suas propriedades terapêuticas ou tóxicas, adquiriram fundamental importância na medicina popular. A flora brasileira é riquíssima em exemplares que podem ser utilizados pela população como remédio, muitas ainda não catalogadas. Segundo dados de uma pesquisa feita pela Usp, apenas 1% da nossa flora foi explorada em seu âmbito medicinal e muitas dessas espécies estão desaparecendo por causa do desmatamento.

Uma fazenda com uma imensa área de plantas e flores variadas, distribuídas ao lado de um lago. As plantas ficam em estufas e ao ar livre, transformando o local num grande jardim florido. Após a colheita são transformadas em remédios naturais e produzem substâncias responsáveis por uma ação farmacológica ou terapêutica, os princípios ativos. Este é o lugar em que Gilmar Elias trabalha. O estudante trabalha também com fitoterapia e cromoterapia, tipos de terapias alternativas.

A palavra fitoterapia foi criada para designar tradições populares de tratamento, nas quais as plantas medicinais são usadas. O uso terapêutico dessas espécies ficou restrito à abordagem leiga desde o salto tecnológico da indústria farmacêutica, ocorrido nas décadas de 50 e 60. É um tratamento das doenças e de alterações orgânicas, por meio de drogas vegetais secas ou recém colhidas e seus extratos.

O conhecimento das propriedades medicinais das plantas, dos minerais e de certos produtos de origem animal é uma das maiores riquezas da cultura indígena, uma sabedoria tradicional que passa de geração em geração. Vivendo em permanente contato com a natureza, os índios e outros povos da floresta estão habituados a estabelecer relações de semelhança entre as características de certas substâncias naturais e seu próprio corpo.

O índio tem um profundo conhecimento da flora medicinal e dela retira os mais variados remédios. As práticas curativas destas tribos estão relacionadas com a maneira com que percebem as doenças e suas causas. Tanto as medidas curativas como as preventivas são realizadas pelo pajé com rituais carregados de elementos místicos.

Já a cromoterapia e aromoterapia trabalham com a cor e o gosto, respectivamente, levando as pessoas a escolherem a sua cor preferida para produzir os florais e remédios. Do trabalho terapêutico vão surgindo arranjos florais para uso oral e terapêutico. É através da cromoterapia que são trabalhadas as tristezas e depressões. "As cores influenciam na cromoterapia e cada planta tem a sua função".

O uso de plantas medicinais pela população mundial tem sido muito significativo nos últimos tempos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 80% da população mundial faz uso de algum tipo de planta na busca de alívio de algum sintoma doloroso ou desagradável. Desse total, pelo menos 30% deu-se por indicação médica.