Eu e minhas colegas professoras da Escola Municipal Francisca de Oliveira. O Xica de Oliveira como é conhecido pela comunidade educadora.
domingo, 18 de junho de 2017
Eu e minhas colegas professoras da Escola Municipal Francisca de Oliveira. O Xica de Oliveira como é conhecido pela comunidade educadora.
sábado, 3 de junho de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Tupi produtos naturais
Óleos naturais tupi
domingo, 17 de julho de 2016
Será que a berijela ajuda no emagrecimento?
Que a berinjela e o limão são dois vegetais excelentes para uma vida saudável, isto ninguém duvida. Porém a forma em que eles são usados é que vão realmente prometerem resultados eficientes. Nesta postagem mostro alguns erros cometidos devido a tendência que o brasileiro tem em seguir orientações de forma cega, sem questionamento ou uma reflexão acerca do que está praticando.
De certa forma, a receita faz sentido, em vista de que tanto a berinjela, quanto o limão são excelentes para a saúde. A berinjela in natura é rica em vitamina A, B e C. Também contém potássio, ferro, magnésio e cobre. Já o limão também é rico em vitamina C, sendo que o seu grande potencial está na casca. Nela está o d-limoneno, que é uma substância que combate o câncer em estado inicial. Ela age como uma enzima, responsável pela desintoxicação do organismo.
Saiba o erro no uso do suco de berinjela e limão
Agora, o equívoco está na forma como é utilizado este suco. As pessoas costumam colocar o suco na geladeira e ficar tomando por toda a semana. A medida que a quantidade de água vai baixando, elas vão acrescentando mais água até que o limão e a berinjela tenham deixado de soltar totalmente o sabor na água.
Neste processo, os agentes ativos são transferidos para a água. Acontece que algumas substâncias, principalmente a vitamina C, é muito volátil. O uso do limão, por exemplo, é aconselhado que ele seja in natura e imediato. Assim, não adianta você fazer uma limonada de manhã e deixar para tomá-la à tarde, porque seus princípios ativos foram perdidos no contato com o ar e a iluminação.
Maneira correta seria fazer o suco e tomar imediatamente
Mas, também faço uma ressalva. O Uso deste “suco” não deixa de ter seus benefícios, principalmente se a pessoa não tem outra forma de consumir os dois vegetais (limão e berinjela). Bem melhor do que o uso da berinjela fritada ou cozida. Aí, sim, estes vegetais perdem praticamente todas as suas função funções vitais.
Basta lembrar que o cozimento, devido a alta temperatura, destrói todas a enzimas encontradas nos cereais e vegetais. Enzimas e fibras são essenciais para a regulação do organismo.
Entretanto, em relação ao suco que vem comentando, ele apresenta ganhos relativos. O primeiro deles, é que alguns nutrientes são absorvidos e como a pessoa aumenta o consumo de água diário, vai contribuir para a melhora do metabolismo orgânico.
Como venho sempre lembrando em meus artigos que posto no “Vida e Saúde Natural”, meu objetivo é esclarecer a cerca de determinados assuntos que são tratados de forma irresponsável. Não estou aqui para vender produtos ou apenas ganhar audiência. Trato os assuntos com responsabilidade, afinal de contas, com a saúde ninguém brinca.
Óleos naturais que hidratram, alisam e dão brilhos aos seus cabelos
Para quem acompanha o mundo do tratamento capilar pode ter observado
que, de repente, surge um óleo milagroso. E, o que é mais intrigante, é
que este óleo não é produzido no Brasil, mas vem de terras distantes e
geralmente está associado a sua escassez no mercado. Esta fórmula
culmina com preço exorbitante para queira usar este óleo raro. Não quero
dizer que estes óleos não sejam bons, mas o que queria deixar bem claro
é que no Brasil existe uma variedade de óleos, muito bons, e que já
foram comprovados por diversos profissionais.
Ora, o Brasil é um país de um território muito vasto, recebe também muita irradiação solar, ingredientes necessários para que a sua flora seja riquíssima. Assim, óleos como o de coco, abacate, uva, rícino, romã, pequi, alecrim, pequi e o de são verdadeiras joias para o tratamento capilar.
Mas, quando se fala em óleos, eles devem ser naturais. Sem aditivos químicos. Sem perfumes e extraídos a frio, ou seja, extra-virgem, quando naturais. Na grande maioria, estes óleos não funcionam porque não são naturais, mas químicos. A legislação brasileira permite que se ponha no frasco óleo natural de X, quando na realidade, este produto não contém nem 20% do óleo que leva o nome.
Ao ler o rótulo destes óleos, vai verificar que sua composição é mais de óleo mineral. Em seguida, colocam uma série de aditivos químicos, corantes, conservantes e perfumes. A prova de que a eficiência destes óleos é pequena, é que em seu rótulo está a advertência: “Não usar em caso de lesões e ferimentos na pele”. Ora, com exceção dos óleos essenciais naturais, os óleos naturais carreadores, pelo contrário, devem ser usados como forma de cicatrizar ferimentos. Um exemplo disto é o óleo de coco, girassol e o de Copaíba.
Óleo de coco – Não existe a menor condição de negar o potencial deste óleo. Ele é conhecido desde os tempos de nossas avós. E quem quiser comprovar isto basta ler o livro do médico Marcio Bomtempo, “O poder medicinal do óleo de coco extra-virgem”. O coco é rico em ácidos graxos e vitamina E, é um ótimo hidratante e tem alto poder de penetração na cutícula do fio, por isso é indicado para fios ressecados. Também controla o frizz e as pontas duplas, além de deixar os cabelos mais maleáveis e fáceis de pentear. Indiscutivelmente é uma ótima opção para quem quer hidratar os fios profundamente. Suas propriedades restauram a estrutura dos fios, proporcionando equilíbrio aos cabelos danificados.
Óleo de rícino
– Produzido a partir da carrapateira, uma árvore de porte médio que
produz em grande escala no Nordeste brasileiro. Ele é popularmente
conhecido por óleo de mamona. Este óleo tem um potencial de hidratação
muito grande. Este óleo pode ser uma ajuda e tanto para dar força e
estimular o crescimento dos cabelos. Há quem use o óleo de mamona com a
mesma finalidade nos cílios e sobrancelhas.
Óleo de jojoba – Considerado o mais leve entre os óleos essenciais e é bom para qualquer tipo de cabelo. Serve para dar brilho, previne a caspa e a perda dos fios. Outra propriedade importante deste óleo é deixar o bulbo capilar limpo e livre para o crescimento de novos fios.
Para entender como acontece o tratamento com o óleo de jojoba, basta lembrar que s glândulas sebáceas do couro cabeludo liberam o sebo, que tem como principal função agir como uma proteção para manter a umidade da pele na região. Desta forma, existindo resíduos de sujeira e de produtos em excesso no couro cabeludo, a função dessas glândulas é alterada. O sebo acumulado nos folículos capilares provoca queda e prejudica o crescimento de novos fios. Ao fazer massagens no couro cabeludo usando óleo de jojoba, ele vai ajudar a dissolver o sebo e deixa os folículos do cabelo livres para o crescimento dos cabelos.
Óleo de semente de uva
– Outro óleo já conhecido a bastante tempo. Ele é considerado um
remédio natural para fazer os fios crescerem mais rápido, já que a
vitamina E atua no fortalecimento e contribui para tornar os cabelos
mais brilhantes e menos frágeis.
Este óleo apresenta uma textura não gordurosa, o que permite uma rápida absorção pelos fios. Este é um óleo que pode aplicado em qualquer tipo de cabelo.
Nos cabelos secos e crespos, o óleo suaviza as cutículas do cabelo, preservando a umidade para manter o aspecto de hidratação. Outra propriedade do óleo de uva é que ele também pode ser usado para tratamentos capilares com óleo quente.
Óleo de abacate – Este óleo é riquíssimo em vitamina A, que é ativo natural capaz de deixar os cabelos finos mais fortes e estimula o crescimento dos fios. Assim, quem tem cabelo fino, deve tomar conhecimento que este tipo precisa de cuidados especiais por serem mais frágeis. Isto acontece por dois motivos: predisposição genética. Assim, quando o córtex é muito pequeno; ou quando há queda excessiva dos fios, o que em longo tempo pode levar os cabelos a ficarem finos, pois a queda os deixa fracos. Não tenha dúvida de que o óleo de abacate é muito bom para restaurar os fios, deixando-os super-hidratados.
Óleo de semente de romã
– Rico em antioxidantes e ácido graxo, o óleo de semente de romã ajuda
na recuperação dos cabelos danificados. Ele é ótimo para manter a
textura e o brilho do seu cabelo. O óleo de semente de romã é outro
ativo natural bem popular, sendo muito usado nos produtos para cabelos e
até para rejuvenescimento da pele. A romã é uma fruta que é mais
conhecida na medicina natural pelas suas propriedades anti-inflamatória
no tratamento de inflamação da garganta e rouquidão.
Óleo de Copaíba – Na verdade não é um óleo, mas uma resina. Não é à toa que ele é considerado o balsamo do Amazonas. Quem conhece e já usou a resina da copaíba sabe muito bem do que estou falando. É muito poderoso e tem sido inúmeros benefícios. Porém, no caso aqui é o cabelo. É altamente emoliente, nutritivo e hidratante, e um verdadeiro achado para cabelos tingidos. Os resinoides presentes nesse óleo protegem a cor dos fios, sendo, por isso, indicado para cabelos coloridos.
O óleo de mutamba – Este é outro óleo do tempo de minha vovó. Muito eficiente no combate a caspa e seborreia. Ele tem uma coloração avermelhada (escurece com o passar do tempo”) que intensifica os tons avermelhados, além de reduzir o volume, combater a caspa e fortalecer os fios.
Óleo de Girassol – Ajuda a hidratar, dá brilhos e deixa os cabelos saudáveis. Este é um óleo mais conhecido por suas propriedades cicatrizantes. De poder inquestionável, sendo inclusive usado com muita frequência em pacientes que estão com ferimentos e são diabéticos. Existem estudos, inclusive, que estão chegando à conclusão de que existe uma grande semelhança na composição bioquímica entre o óleo de girassol e de argan. Aqui vai uma dica. É bom olhar os rótulos dos produtos, pois existe muita gente pagando caro no vidro de óleo de argan, quando na realidade mais de 80% de óleo de girassol.
Óleo Essencial de Alecrim – Este é um óleo que ajuda a escurecer os fios, mas também é ótimo para casos de caspa e queda capilar. Ele é um óleo muito usado para quem trabalha na linha da aromaterapia. Observe que ele é essencial e não natural. Ou seja, o natural é um óleo carreador. Os óleos essenciais não são usados direto no corpo, mas sim adicionados a um óleo natural.
Óleo de limão – O óleo de limão também é essencial, assim, não se pode usá-lo diretamente no corpo. Este óleo intensifica o loiro e ajuda a doar brilho, sendo, por isso, indicado para uso em cabelos claros.
Ora, o Brasil é um país de um território muito vasto, recebe também muita irradiação solar, ingredientes necessários para que a sua flora seja riquíssima. Assim, óleos como o de coco, abacate, uva, rícino, romã, pequi, alecrim, pequi e o de são verdadeiras joias para o tratamento capilar.
Mas, quando se fala em óleos, eles devem ser naturais. Sem aditivos químicos. Sem perfumes e extraídos a frio, ou seja, extra-virgem, quando naturais. Na grande maioria, estes óleos não funcionam porque não são naturais, mas químicos. A legislação brasileira permite que se ponha no frasco óleo natural de X, quando na realidade, este produto não contém nem 20% do óleo que leva o nome.
Ao ler o rótulo destes óleos, vai verificar que sua composição é mais de óleo mineral. Em seguida, colocam uma série de aditivos químicos, corantes, conservantes e perfumes. A prova de que a eficiência destes óleos é pequena, é que em seu rótulo está a advertência: “Não usar em caso de lesões e ferimentos na pele”. Ora, com exceção dos óleos essenciais naturais, os óleos naturais carreadores, pelo contrário, devem ser usados como forma de cicatrizar ferimentos. Um exemplo disto é o óleo de coco, girassol e o de Copaíba.
Óleo de coco – Não existe a menor condição de negar o potencial deste óleo. Ele é conhecido desde os tempos de nossas avós. E quem quiser comprovar isto basta ler o livro do médico Marcio Bomtempo, “O poder medicinal do óleo de coco extra-virgem”. O coco é rico em ácidos graxos e vitamina E, é um ótimo hidratante e tem alto poder de penetração na cutícula do fio, por isso é indicado para fios ressecados. Também controla o frizz e as pontas duplas, além de deixar os cabelos mais maleáveis e fáceis de pentear. Indiscutivelmente é uma ótima opção para quem quer hidratar os fios profundamente. Suas propriedades restauram a estrutura dos fios, proporcionando equilíbrio aos cabelos danificados.
Óleo de jojoba – Considerado o mais leve entre os óleos essenciais e é bom para qualquer tipo de cabelo. Serve para dar brilho, previne a caspa e a perda dos fios. Outra propriedade importante deste óleo é deixar o bulbo capilar limpo e livre para o crescimento de novos fios.
Para entender como acontece o tratamento com o óleo de jojoba, basta lembrar que s glândulas sebáceas do couro cabeludo liberam o sebo, que tem como principal função agir como uma proteção para manter a umidade da pele na região. Desta forma, existindo resíduos de sujeira e de produtos em excesso no couro cabeludo, a função dessas glândulas é alterada. O sebo acumulado nos folículos capilares provoca queda e prejudica o crescimento de novos fios. Ao fazer massagens no couro cabeludo usando óleo de jojoba, ele vai ajudar a dissolver o sebo e deixa os folículos do cabelo livres para o crescimento dos cabelos.
Este óleo apresenta uma textura não gordurosa, o que permite uma rápida absorção pelos fios. Este é um óleo que pode aplicado em qualquer tipo de cabelo.
Nos cabelos secos e crespos, o óleo suaviza as cutículas do cabelo, preservando a umidade para manter o aspecto de hidratação. Outra propriedade do óleo de uva é que ele também pode ser usado para tratamentos capilares com óleo quente.
Óleo de abacate – Este óleo é riquíssimo em vitamina A, que é ativo natural capaz de deixar os cabelos finos mais fortes e estimula o crescimento dos fios. Assim, quem tem cabelo fino, deve tomar conhecimento que este tipo precisa de cuidados especiais por serem mais frágeis. Isto acontece por dois motivos: predisposição genética. Assim, quando o córtex é muito pequeno; ou quando há queda excessiva dos fios, o que em longo tempo pode levar os cabelos a ficarem finos, pois a queda os deixa fracos. Não tenha dúvida de que o óleo de abacate é muito bom para restaurar os fios, deixando-os super-hidratados.
Óleo de Copaíba – Na verdade não é um óleo, mas uma resina. Não é à toa que ele é considerado o balsamo do Amazonas. Quem conhece e já usou a resina da copaíba sabe muito bem do que estou falando. É muito poderoso e tem sido inúmeros benefícios. Porém, no caso aqui é o cabelo. É altamente emoliente, nutritivo e hidratante, e um verdadeiro achado para cabelos tingidos. Os resinoides presentes nesse óleo protegem a cor dos fios, sendo, por isso, indicado para cabelos coloridos.
O óleo de mutamba – Este é outro óleo do tempo de minha vovó. Muito eficiente no combate a caspa e seborreia. Ele tem uma coloração avermelhada (escurece com o passar do tempo”) que intensifica os tons avermelhados, além de reduzir o volume, combater a caspa e fortalecer os fios.
Óleo de Girassol – Ajuda a hidratar, dá brilhos e deixa os cabelos saudáveis. Este é um óleo mais conhecido por suas propriedades cicatrizantes. De poder inquestionável, sendo inclusive usado com muita frequência em pacientes que estão com ferimentos e são diabéticos. Existem estudos, inclusive, que estão chegando à conclusão de que existe uma grande semelhança na composição bioquímica entre o óleo de girassol e de argan. Aqui vai uma dica. É bom olhar os rótulos dos produtos, pois existe muita gente pagando caro no vidro de óleo de argan, quando na realidade mais de 80% de óleo de girassol.
Óleo Essencial de Alecrim – Este é um óleo que ajuda a escurecer os fios, mas também é ótimo para casos de caspa e queda capilar. Ele é um óleo muito usado para quem trabalha na linha da aromaterapia. Observe que ele é essencial e não natural. Ou seja, o natural é um óleo carreador. Os óleos essenciais não são usados direto no corpo, mas sim adicionados a um óleo natural.
Óleo de limão – O óleo de limão também é essencial, assim, não se pode usá-lo diretamente no corpo. Este óleo intensifica o loiro e ajuda a doar brilho, sendo, por isso, indicado para uso em cabelos claros.
Capim santo e a saúde
Vegetal de fácil cultivo em regiões de muito sol, o capim santo (Cymbopogon densiflorus)
é uma planta que não pode faltar no quintal de casa. Indicado para cura
de diversos males, a sua utilização vai do simples e tradicional chá,
até uso em cosméticos pelos grandes indústrias nacionais e
internacionais.
Apesar de muito conhecida no Nordeste, em outras regiões do Brasil o reconhecimento da erva causa uma certa confusão. Isto porque alguns a chamam de capim limão, falsa erva ou capim erva cidreira, ou falsa erva cidreira.
Entretanto, como se pode ver na foto, o capim santo é inconfundível. Primeiro porque ele é realmente um capim, com folhas bem compridas, que tem uma espécie de serrinha cortante (por isto muito cuidado no sua colheita. Tem cheiro forte e agradável.
Apesar de ser um vegetal com diversos poderes curativos, o capim santo tem a vantagem de ser cultivado de forma muito fácil e prática. A única exigência é que esteja em local que receba muito sol. Não é exigente quanto ao solo e também não consume muita água.
Na foto acima, um pé de capim santo no quintal de minha casa. O plantio pode ser feito por mudinhas (galho da planta) e ele cresce muito rápido. Depois de enraizado, seu crescimento é tão rápido e abundante sendo o suficiente para o consumo diário de uma casa com uma família de até cinco pessoas.
Capim santo é diurético, antidepressivo e emagrece
O capim santo tem inúmeros benefícios e também pode ser usado de diversas formas. Porém, defendo que seu uso mais prático e também que vejo ser mais eficiente, seja o de forma mais natural possível. Falo do chá e do seu suco, ambos feito depois das folhas serem colhidas no pé do seu quintal e levados a cozinha.
O chá é o mais prático. Ele é muito recomendado como calmante (antidepressivo), relaxante e diurético. Ao colher as folhas, em seguida lavar com água corrente como forma de higienização, cortar as folhas em pedacinhos e fazer a sua fervura. Assim que o fervura começar, desligar o fogo e deixá-lo descansar por 5 minutos com a chaleira tampada.
O chá está pronto e pode ser tomado. De preferência sem açúcar. Mas, se seu paladar não esteja ainda habituado a alimentação não adocicada, use o açúcar mascavo, ou adoçante a base de stévia. Jamais usar o açúcar refinado.
O chá de capim santo também pode amenizar a dor de cabeça, a febre, combater a diarreia. Aumentar a quantidade de leite materno no momento da amamentação.
Suco de capim santo emagrecedor
O suco de capim santo também foi comprovado com uma ótima alternativa para quem quer perder peso. Diversas pessoas já testaram o suco de capim santo com limão e obtiveram excelentes resultados. Isto faz sentido, em vista de que o consórcio dos dois vegetais, melhora o metabolismo e também é diurético e desintoxicante.
Na foto ao lado, as folhinhas de capim santo picadinhas para fazer o chá ou suco desintoxicante.
Mas, claro, não vamos seguir o modismo. A receita só faz sentido acompanhado de exercícios físicos, sono reparador, alimentação regrada. O suco de capim santo não faz milagres. Nem ele, nem qualquer outro que não siga estas recomendações.
A receita é muito simples também. Colher uma punhadinho de capim santo e picar em pedacinhos. Adicionar 200 ml de água e bater junto com o limão num liquidificador. Coar e em seguida tomar adoçado, de preferência dom açúcar mascavo, mel ou stévia.
Um alerta, Existem receitas em que orientam cozinhar o capim santo com limão e depois coar. Em seguida, juntar no liquidificador com suco de outro limão. Em seguida por na geladeira e ficar tomando aos poucos.
Observe que aí existem uma série de erros. Primeiro, quando os vegetais são aquecidos, suas propriedades sofrem modificações. Isto serve para o capim santo e também para o limão. Os dois vegetais são ricos em Vitamina C, e ela é altamente solúvel. Adicionar açúcar e mantê-lo por longo tempo na geladeira, são procedimentos incompatíveis com a medicina natural.
O capim santo também é recomendado para curar tosse. Seu uso é através de xaropes. Tenho minhas reservas pelo fato de que estas receitas de xaropes antigripais passarem por um longo processo de fervura e receberem açúcar refinado.
No caso do chá que recomendei acima, observar que o aquecimento é leve. Assim que a fervura subiu a chaleira foi desligada. Não aconteceu um superaquecimento, o que preservou o máximo de substâncias naturais do capim santo.
Cuidados com o consumo do capim santo
Apesar de ser um medicamento natural, mesmo assim se deve tomar alguns cuidados. O primeiro dele é que seu consumo deve ser moderado. Três poções diárias. O uso em excesso pode baixar a pressão. Outro é que suas folhas devem ser bem higienizadas antes do consumo (principalmente no caso do suco).
Quando for fazer o chá, evite chaleiras de alumínio.Também não é recomendado para pessoas com idade inferior aos 12 anos. O motivo é devido o alto poder sedativo e sua ação ansiolítica. Evitar durante a gravidez, pois seu consumo sistemático pode provocar aborto.
Usos industriais do capim santo
O capim santo é atualmente muito usado nas indústrias de cosméticos. O primeiro passo é a retirada do óleo essencial do capim santo. Ele é feito pelo método de arraste. Ou seja, as folhas são colocadas em grandes caldeiras e depois de aquecidos, as partículas de óleos são elevadas através da força do vapor.
Com a extração do óleo essencial do capim santo, ele pode ser adicionado a pomadas e shampoos, para uso capilares e de tratamento da pele.
No Brasil, as indústrias de cosméticos, usam o capim santo para tratamento capilares. Adicionado ao leave In, condicionadores e reparadores de pontas, o óleo essencial de capim santo funciona como um ótimo finalizador. Estes produtos visam restauração e brilhos do cabelo.
O capim santo também é usado como pomada no combate a dores musculares, luxações e também o chamado pé de atleta. Isto, graças ao seu poder anestésico e antibactericida. Aliás, este poder bactericida faz com que o capim santo seja uma planta muito fácil de ser cultivada, em face de que não são atacadas pelos insetos facilmente.
Apesar de muito conhecida no Nordeste, em outras regiões do Brasil o reconhecimento da erva causa uma certa confusão. Isto porque alguns a chamam de capim limão, falsa erva ou capim erva cidreira, ou falsa erva cidreira.
Entretanto, como se pode ver na foto, o capim santo é inconfundível. Primeiro porque ele é realmente um capim, com folhas bem compridas, que tem uma espécie de serrinha cortante (por isto muito cuidado no sua colheita. Tem cheiro forte e agradável.
Apesar de ser um vegetal com diversos poderes curativos, o capim santo tem a vantagem de ser cultivado de forma muito fácil e prática. A única exigência é que esteja em local que receba muito sol. Não é exigente quanto ao solo e também não consume muita água.
Na foto acima, um pé de capim santo no quintal de minha casa. O plantio pode ser feito por mudinhas (galho da planta) e ele cresce muito rápido. Depois de enraizado, seu crescimento é tão rápido e abundante sendo o suficiente para o consumo diário de uma casa com uma família de até cinco pessoas.
Capim santo é diurético, antidepressivo e emagrece
O capim santo tem inúmeros benefícios e também pode ser usado de diversas formas. Porém, defendo que seu uso mais prático e também que vejo ser mais eficiente, seja o de forma mais natural possível. Falo do chá e do seu suco, ambos feito depois das folhas serem colhidas no pé do seu quintal e levados a cozinha.
O chá é o mais prático. Ele é muito recomendado como calmante (antidepressivo), relaxante e diurético. Ao colher as folhas, em seguida lavar com água corrente como forma de higienização, cortar as folhas em pedacinhos e fazer a sua fervura. Assim que o fervura começar, desligar o fogo e deixá-lo descansar por 5 minutos com a chaleira tampada.
O chá está pronto e pode ser tomado. De preferência sem açúcar. Mas, se seu paladar não esteja ainda habituado a alimentação não adocicada, use o açúcar mascavo, ou adoçante a base de stévia. Jamais usar o açúcar refinado.
O chá de capim santo também pode amenizar a dor de cabeça, a febre, combater a diarreia. Aumentar a quantidade de leite materno no momento da amamentação.
Suco de capim santo emagrecedor
O suco de capim santo também foi comprovado com uma ótima alternativa para quem quer perder peso. Diversas pessoas já testaram o suco de capim santo com limão e obtiveram excelentes resultados. Isto faz sentido, em vista de que o consórcio dos dois vegetais, melhora o metabolismo e também é diurético e desintoxicante.
Na foto ao lado, as folhinhas de capim santo picadinhas para fazer o chá ou suco desintoxicante.
Mas, claro, não vamos seguir o modismo. A receita só faz sentido acompanhado de exercícios físicos, sono reparador, alimentação regrada. O suco de capim santo não faz milagres. Nem ele, nem qualquer outro que não siga estas recomendações.
A receita é muito simples também. Colher uma punhadinho de capim santo e picar em pedacinhos. Adicionar 200 ml de água e bater junto com o limão num liquidificador. Coar e em seguida tomar adoçado, de preferência dom açúcar mascavo, mel ou stévia.
Um alerta, Existem receitas em que orientam cozinhar o capim santo com limão e depois coar. Em seguida, juntar no liquidificador com suco de outro limão. Em seguida por na geladeira e ficar tomando aos poucos.
Observe que aí existem uma série de erros. Primeiro, quando os vegetais são aquecidos, suas propriedades sofrem modificações. Isto serve para o capim santo e também para o limão. Os dois vegetais são ricos em Vitamina C, e ela é altamente solúvel. Adicionar açúcar e mantê-lo por longo tempo na geladeira, são procedimentos incompatíveis com a medicina natural.
O capim santo também é recomendado para curar tosse. Seu uso é através de xaropes. Tenho minhas reservas pelo fato de que estas receitas de xaropes antigripais passarem por um longo processo de fervura e receberem açúcar refinado.
No caso do chá que recomendei acima, observar que o aquecimento é leve. Assim que a fervura subiu a chaleira foi desligada. Não aconteceu um superaquecimento, o que preservou o máximo de substâncias naturais do capim santo.
Cuidados com o consumo do capim santo
Apesar de ser um medicamento natural, mesmo assim se deve tomar alguns cuidados. O primeiro dele é que seu consumo deve ser moderado. Três poções diárias. O uso em excesso pode baixar a pressão. Outro é que suas folhas devem ser bem higienizadas antes do consumo (principalmente no caso do suco).
Quando for fazer o chá, evite chaleiras de alumínio.Também não é recomendado para pessoas com idade inferior aos 12 anos. O motivo é devido o alto poder sedativo e sua ação ansiolítica. Evitar durante a gravidez, pois seu consumo sistemático pode provocar aborto.
Usos industriais do capim santo
O capim santo é atualmente muito usado nas indústrias de cosméticos. O primeiro passo é a retirada do óleo essencial do capim santo. Ele é feito pelo método de arraste. Ou seja, as folhas são colocadas em grandes caldeiras e depois de aquecidos, as partículas de óleos são elevadas através da força do vapor.
Com a extração do óleo essencial do capim santo, ele pode ser adicionado a pomadas e shampoos, para uso capilares e de tratamento da pele.
No Brasil, as indústrias de cosméticos, usam o capim santo para tratamento capilares. Adicionado ao leave In, condicionadores e reparadores de pontas, o óleo essencial de capim santo funciona como um ótimo finalizador. Estes produtos visam restauração e brilhos do cabelo.
O capim santo também é usado como pomada no combate a dores musculares, luxações e também o chamado pé de atleta. Isto, graças ao seu poder anestésico e antibactericida. Aliás, este poder bactericida faz com que o capim santo seja uma planta muito fácil de ser cultivada, em face de que não são atacadas pelos insetos facilmente.
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